Shakespeare e o suicídio

Gostei deste texto que li no blog The Art of Psychiatry sobre o suicídio nas peças mais famosas de William Shakespeare.

A autora Katrina Davis discute, com um sutil senso de humor, como seria possível salvar os personagens do trágico fim pelo auto-extermínio. Ela sugere, por exemplo, que nos dias de hoje Ofélia (da peça Hamlet) poderia ser encaminhada a um serviço de Intervenção Precoce para manejo de um primeiro surto.

We have seen that there are a number of deaths in Shakespeare tragedies our society might view as preventable. Public health measures against suicide and poisoning may have helped Juliet, and her Romeo might have been helped by offender rehabilitation. Treatment for mental health or emotional problems might have helped Hamlet and Lady Macbeth. An integrated approach to assessing and managing cognitive decline may have helped King Lear and his family.

É em inglês, mas vale a pena ler com calma.

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