Genética da esquizofrenia

DNA esquizofrenia genética

Na semana passada foi publicado na Nature um artigo que deve firmar um marco na história da esquizofrenia. Um enorme consórcio internacional de centros de pesquisa encontrou significância estatística na relação entre 108 e genes e esquizofrenia. Leia o artigo na íntegra aqui: Biological insights from 108 schizophrenia-associated genetic loci

O esforço de 300 autores que pesquisaram mais de 36 mil pessoas com a doença e 113 mil controles resultou em um trabalho importantíssimo para o avanço da compreensão de um transtorno mental muito grave e complexo.

Encontrei um ótimo texto que explica os achado do artigo: Exciting findings in schizophrenia genetics – but what do they mean?

The idea of a GWAS is to look across the entire genome at over a million such variants for ones at higher frequency in disease cases than in controls. That difference in frequency might be very minor (say, the “A” version might be seen at a frequency of 30% in cases but 27% in controls), but with such a huge sample size, that kind of variation can be statistically significant. In epidemiological terms, the variant that is more common in cases is termed a “risk factor” – if you have it, you are statistically more likely to be in the case group than in the control group. 

Vale a pena ler com calma, tanto o artigo quanto o texto que o comenta.

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