A memória de Alice

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O filme Para Sempre Alice (Still Alice, 2014) chamou a atenção das pessoas não só para o fato de Julianne Moore ser uma das maiores atrizes de sua geração (veja Boogie Nights e Magnolia), mas para o impacto afetivo da doença de Alzheimer.

Encotrei um texto interessante escrito por um especialista no transtorno que considera que o filme pode não ser tão bom para levar ao grande público uma impressão acurada da doença: Still Alice is far from a good thing for dementia awareness

You’d need more context, an additional film perhaps about the much more common and familiar population that doesn’t get affected until at least 20 years later than Moore’s character. Dementia is a disease of older people. Old women may not be so photogenic, but at 90 they have more than a 45% chance of having dementia, and a film about that might not be so easy to sell.

Já escrevi aqui sobre a problemática psiquiatria/cinema. Vale a pena ler esse outro texto para entender como o cinema poderia ajudar mais a diminuir estigmas e preconceitos.

:: Leia também aqui no blog Psiquiatras precisam ir ao cinema?Estigma na telaUma estranha psiquiatria

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